
Temos que levar em consideração no traje feminino a renda branca na barra da saia que era feita manualmente pelas costureiras, a riqueza das pregas, as mangas brancas e o lenço no pescoço transpassado na frente que era uma característica da região.
No traje masculino a quantidade de botões que eram de ouro davam prova do nível social que se tinha e devido ao frio intenso usava-se bota e sobretudo.
Arthur Mouro e Hanny Franck
Para que nenhum dos integrantes retirassem do proprio bolso a renda para a confecção dos trajes, realizamos alguns eventos onde todos da categoria (sem exceção) trabalharam. Incrivelmente conseguimos arrecadar quase o total do dinheiro em apenas 2 eventos.
Graças ao espírito de grupo a categoria ficou ainda mais unida, fato que se espelha sobre o palco. (O que é de um grupo se não há introsamento?)
Dona Emaculada responsável pelo traje masculino, moradora do bairro e avó de um dos integrantes se prontificou a fazê-lo mesmo não pegando mais encomendas para fora.
A Eliza também moradora do bairro, mãe de uma das integrantes e integrante da categoria Heimweh ficou responsável pelo traje feminino.
De Petrópolis-RJ, Dona Elizabeth , experiente em confeccionar trajes alemães ficou responsável exclusivamente pelos sobretudos.
O sapateiro Adalberto que em uma
Dona Filomena responsável na confecção das meias.
E por fim, não seria nada justo se não lembrassemos de uma pessoa, talvez a figura mais importante nessa realização -"tia" Vera, que não é nenhuma costureira, mas é 1001 utilidades no grupo (rs). Sem ela seria muito mais dificil e demorado. Obrigado por tudo "tia" Vera.
Arthur Mouro e Hanny Franck
