segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Traje



O traje que usamos atualmente é um traje da região de Hessen, mais especificamente da cidade de Marburg. Este traje católico representa a figura de uma família bem sucedida na sociedade sendo usado em dias de festas, cultos, eventos cívicos, sociais, e toda e qualquer atividade que tinha requinte.
Temos que levar em consideração no traje feminino a renda branca na barra da saia que era feita manualmente pelas costureiras, a riqueza das pregas, as mangas brancas e o lenço no pescoço transpassado na frente que era uma característica da região.
No traje masculino a quantidade de botões que eram de ouro davam prova do nível social que se tinha e devido ao frio intenso usava-se bota e sobretudo.


Coordenadores
Arthur Mouro e Hanny
Franck



Este traje fora confeccionado no ano de 2008 e é claro que não poderiamos deixar de mensionar o trabalho que tivemos.
Para que nenhum dos integrantes retirassem do proprio bolso a renda para a confecção dos trajes, realizamos alguns eventos onde todos da categoria (sem exceção) trabalharam. Incrivelmente conseguimos arrecadar quase o total do dinheiro em apenas 2 eventos.
Graças ao espírito de grupo a categoria ficou ainda mais unida, fato que se espelha sobre o palco. (O que é de um grupo se não há introsamento?)

Categoria Jugendliche na 14ª Deutchesfest / 2008

Não poderia esquecer das profissionais que tornaram possível esse traje em tal pouco tempo.
Dona Emaculada responsável pelo traje masculino, moradora do bairro e avó de um dos integrantes se prontificou a fazê-lo mesmo não pegando mais encomendas para fora.
A Eliza também moradora do bairro, mãe de uma das integrantes e integrante da categoria Heimweh ficou responsável pelo traje feminino.
De Petrópolis-RJ, Dona Elizabeth , experiente em confeccionar trajes alemães ficou responsável exclusivamente pelos sobretudos.


O sapateiro Adalberto que em uma semana fez 8 pares de botas.
Dona Filomena responsável na confecção das meias.
E por fim, não seria nada justo se não lembrassemos de uma pessoa, talvez a figura mais importante nessa realização -"tia" Vera, que não é nenhuma costureira, mas é 1001 utilidades no grupo (rs). Sem ela seria muito mais dificil e demorado. Obrigado por tudo "tia" Vera.

Arthur Mouro e Hanny Franck



sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Categoria Juvenil 2008

O ano de 2008 foi um ano muito significativo pra história da categoria juvenil. Além de estrear o novo traje depois de 8 anos, conseguimos unir não só a categoria em si, como todo o grupo em prol dessa realização.
E é claro que não poderíamos passar sem ao menos agradecer cada um dos integrantes dessa categoria pela garra e perseverança. Todos trabalharam para que o traje saísse (em tempo recorde diga-se de passagem) provando que a união faz a força e fazendo jus ao grito da categoria que nos acompanha desde a sua fundação "querer, poder e conseguir."
Passado o "sufoco" de festa alemã, com o sentimento de dever cumprido, realizamos o primeiro churrasco da categoria em 8 anos de existência.
Ta aí um vídeo editado com fotos de alguns momentos que fizeram de 2008 o ano mais produtivo e especial para todos nós. Foi a forma que encontramos de homenagear a todos e registrar esse momento. Espero q todos gostem!!!

Arthur Mouro e Hanny Franck

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Saiu na Tribuna!

Vejam o texto da critica ao nosso espetáculo:

CADERNO DOIS

 

 Diálogo artístico

Alemão fluente e sem legenda

Atenta a cada passo dos inúmeros bailarinos, a coreógrafa e professora Gabriele Generoso emendou semelhanças e diferenças entre a dança popular e a dança contemporânea, ao assistir, na última segunda, ao espetáculo “Juiz de Fora e a colonização alemã”, do Grupo de Danças Alemãs Schmetterling. A apresentação estava inserida no calendário da 8ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, que segue até o dia 15 de fevereiro com variadas manifestações das artes cênicas: comédias, dramas, musicais, danças e oficinas.

Gabriele, mestre na área pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), achou curioso o convite da Tribuna. Afinal, ela estava sendo chamada para tecer comentários sobre um trabalho que fez parte da sua adolescência. “Eu vivia no Bairro Borboleta, já que a minha madrinha morava por lá”, comenta, referido-se ao local da sede da Associação Cultural e Recreativa Brasil Alemanha, mantenedora do Schmetterling. Nessa época, a professora já era envolvida com a dança, mas não encontrava tempo - embora tivesse vontade - para participar do famoso grupo folclórico. “Sempre acompanhei a apresentação das minhas amigas na Deutschesfest, a festa alemã.” Aliás, na opinião da coreógrafa, ao sair do tumulto do bairro e conquistar o palco de um teatro, os integrantes se mostraram um pouco mais tensos, apesar de manterem a alegria e o diálogo com a plateia.

“Reaja!”
A interação, a propósito, foi comprovada pelas reações da artista plástica Gilka Lewer, 73 anos, que, a cada coreografia, aplaudia, elogiava os figurinos e procurava participar da cena. “Reaja!”, gritou para o dançarino que estava no chão durante a “Dança da conquista”, em que dois homens brigam por uma mulher. “Achei tudo leve e contagiante”, disparou Gilka ao final do espetáculo.

Para Gabriele, os movimentos funcionais, ou seja, as ações do dia-a-dia que viram dança para contar a história, são os responsáveis pela ligação construída com os espectadores. “Não há como alguém falar ‘não entendi’, coisa que, muitas vezes, acontece na dança contemporânea”, analisa. É verdade que as vertentes coreográficas atuais lançam mão dos gestos funcionais - e, às vezes, até exageram, “mostrando apenas o movimento em si”. A diferença, como diz a professora, é que a apresentação folclórica elabora uma verdadeira legenda para narrar e celebrar a trajetória de um povo.

Aí está outro ponto em comum entre as duas propostas. Se a dança cênica aborda a relação do homem com o mundo (dança moderna) e do homem com seu interior (dança contemporânea), a popular mistura tudo isso para relatar a vida. “Vejo-os fazendo isso de forma visceral, com muita paixão”, observa Gabriele, destacando as indumentárias e os elementos da dança primitiva, como a comemoração e o agradecimento.

Inverso
Por outro lado, segundo a coreógrafa, enquanto o folclore sai das ruas e procura os teatros para se manter vivo, as artes contemporâneas vasculham lugares inusitados ou públicos para respirar com mais facilidade e granjear novos adeptos. “Mesmo assim, a dança popular não busca, especificamente, a formação de público. Ela acontece de qualquer jeito.” Por isso, Gabriele prefere usar o termo dança popular, e não dança folclórica, já que não estamos falando de algo estanque. A representação, depois de mais de 150 anos, da vinda dos imigrantes alemães para Juiz de Fora e da sua participação na construção da cidade realmente comprova que o tempo não é capaz de paralisar uma comunidade que valoriza suas tradições.

Parabens a todos nós!  

Um abraço.

Iverson

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Bem vindos ao Blog da Categoria Juvenil!

Amigos, esse é o seu espaço no site da Associação! Quem irá administrá-lo serão o Arthur e a hanny, juntamente como vocês. Postem ideias, fotos, videos e tudo mais que está relacionado com o trabalho de vocês.
Um abraço.
Iverson